terça-feira, 10 de maio de 2016

Temer já definiu 13 dos 22 ministros

Foto: Revista Época
A poucos passos do poder, o ministério do virtual presidente Michel Temer já tem 13 nomes certos até a tarde desta terça feira (10/05). Temer pretende assumir a Presidência com 22 ministros.

Salvo mudança de última hora, os 13 definidos são Ricardo Barros, paranaense que será ministro da Saúde, Henrique Meirelles (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Blairo Maggi (Agricultura), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Comunicacões e Ciência e Tecnologia), Osmar Terra (batizado, por ora, de Ministério Social), Alexandre de Moraes (Justiça), Sarney Filho (Meio Ambiente), Romero Jucá (Planejamento), José Serra (Relações Exteriores), e Maurício Quintella (Transportes).



O deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE) deverá chefiar a Educação, pasta que receberá a Cultura. No entanto, há detalhes a acertar.

No Esporte, tem uma questão a ser resolvida. Perdeu força a possibilidade de o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), ganhar o posto, apesar de ainda não ter sido descartada. Essa pasta pode ser assumida pelo PRB, mas este partido achou pouco. Há discussão sobre essa posição.

A Integração Nacional poderá entrar numa composição política com o Senado. Há possibilidade de o PSB, que estava cotado para dirigir a pasta com o deputado Fernando Bezerra Filho (PE), ser deslocado para as Minas e Energia.

O Ministério do Trabalho deverá ficar com o PTB. Temer analisa as sugestões de nomes. Ainda há pontos a serem decididos para que Henrique Eduardo Alves fique com o Turismo.

Existe a possibilidade de um cientista integrar o segundo escalão da pasta de Kassab, a que resultará da fusão de Comunicações com Ciência e Tecnologia.

Temer avalia um nome para a Defesa.

A Secom (Secretaria de Comunicação Social) deverá perder o status de ministério, mas será chefiada por uma pessoa de extrema confiança de Temer, o jornalista Márcio de Freitas, que assessora o atual vice-presidente há muitos anos.

Temer avalia um nome de peso para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Tende a contemplar o meio empresarial, caso a pasta não entre em composição política. A CGU (Controladoria Geral da União) pode ter um ministro indicado por um senador.

Por ora, essas são as principais definições de Temer, que ainda negocia ajustes no primeiro escalão.

Blog do Kennedy e Fábio Campana

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